terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Abrindo os trabalhos


'Treestes'

Árvores secas, tristes e já sem vida sempre me fascinaram; talvez por me identificar de certa forma. Reavaliando alguns conceitos existenciais vi-me uma árvore cujas folhas caíram. Pensei, (re)pensei, de amizades à zombarias, cheguei, tardiamente, à mesma conclusão de sempre: "Como sou imbecil!", "Oh, por que fiz isso?"... Bem, cansei... Antes eu 'morreria' e voltaria sem o que me doía, agora apenas deixei ao sabor do vento, passei a amar as pessoas certas e dar a devida importância ao realmente necessário e, porque não, sério. Ah, sim: eu! Hahahaha... Adeus pessoas e amizades frívolas!

Mas é estranho para mim: eu abrir mão de amigos; mas quando se chega à conclusão de que amigos são amigos independendo da passagem dos anos, é coisa de dimensão à parte, acontece... Logo se seu 'amigo' nunca o tratou 'como pessoa', a amizade inexiste. E me encarar durante esse processo, claro, foi difícil...

Então o vento veio... Afagou meu rosto e está levando o que (me) pesava embora. Bom vento. O Vento.

Um comentário:

  1. Olha, por acaso entrei no teu blog e me identifiquei muito com o que vc escreveu sobre amigos. Estou passando por fase, ou seja lá o que for isso, semelhante a sua ... adeus amizades e pessoas frívolas ... não tem sobrado muita gente ... mas acredito que com o tempo pessoas melhores surjam . E salve o vento ( melhor que seja uma ventania ) ...
    abs
    Bia

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