sexta-feira, 7 de maio de 2010
Quando Duvessa, minha cachorrinha vira-lata (o melhor cão que se poderia sonhar) morreu, assumi que não mais teria um cachorro, muito menos faria 'amizade' com um. Mas aí minha mãe apareceu com a Pink, detestei o nome! Pinsher com a patinha não recuperada de uma fratura, que claudicava e tinha medo de tudo. Pouco tempo depois ela continuava pertencendo à minha mãe, mas era dona de todos! Assumiu meu colo na cara dura, arranhava minhas pernas e só sossegava quando eu a pegava e se deitava sobre elas, ronronante... Tornou-se tão mecânico que quando percebia eu a estava embalando, carregando para todo lado ou a abraçando.
Hoje ao voltar de uma aula, me telefonam: Pink havia morrido. Mas foi pior: um pit-bull a matou... E ela só estava na guia, com a outra cachorrinha e meu tio. E esse meu tio foi corajoso, se atirou sobre o tal monstro tentando salvar Pink enquanto a outra (Pindurica) corria para casa machucada. Senti-me ultrajada quando ouvi o cinismo e sonsice do 'filho do dono do monstro', simplesmente me oferecendo outro cachorro, já que era "apenas" um cachorro. Só quem tem um bichinho de estimação entenderia...
Bem, dizem que existem determinadas leis... Dizem que existe justiça... Dizem que cachorro é apenas um 'bem'... Dizem tanto... Mas se contradizem mais... Enquanto isso aguardo. Esperando sob nuvens.
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ooi amiga.
ResponderExcluirtinha uma pischer tbm, e ela morreu, nao consigo medir tamanha tristeza q eu sinto. estou muitomal e jamais existira alguem cm ela para mim, a Nina sera semp um pedacinho d mim q se foi embora, e jamais voltara, choro por isso q nao tem mais volta.
Minha cara, o mais difícil é que apenas o tempo acalma a dor, mas demora, demora muito. Espero que sua dor passe mais rápido. Força!
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