quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O que restou

... ainda se tem uma longa estrada
... ainda se pode fugir
... ainda se pode ficar
... ainda se vê o céu
... ainda o sol e´ amainado por nuvens
... ainda o calor de outra pele nos conforta
... ainda pode chover `a tarde
... ainda tem café  a ser feito
... ainda o beijo da mãe faz falta
... ainda ha´ possibilidade...

Embora nos tentem também tira-la.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Jia Ren Qu





bei fang you jia ren
jue shi er du li
yi gu qing ren cheng
zai gu qing ren guo
ning bu zhi
qing cheng yu qing guo
jia ren nan zai de

quinta-feira, 28 de julho de 2011



Arrependimento
uma vida basta
e não acaba

domingo, 3 de julho de 2011

Do escrever em uma manhã de preguiçosa felicidade

(Bela tirinha daqui: http://claragavilan.com.br/blog/ )

Juiz de Fora amanheceu (para mim) com céu pálido (olhos de Onijin...) e nuvens de suaves pinceladas de aquarela. Segundo meu futuro marido (sim, um homem teve a ousada coragem de colocar uma aliança em meu dedo anular... Um encantador de Dragões.), deveria escrever mais sobre minha felicidade... Pois bem, estar feliz   sob um céu aquarelado me resume. Uma xícara de café com leite acompanhada de deliciosa conversa sacia minha vontade 'alegral' extinguindo uma momentânea tristeza. Mas, de vez em quando também quero chorar um pouco, nutrir-me apenas de meu veneno, pensar na possibilidade inexistencial... Neste domingo, sob um adorável céu de inverno, sorrio observando felicidade sobre um ombro em pijama de flanela.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Hmmm...


Tenho uma lista de casamento em mãos...
mas me sobram dedos

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Abrindo os trabalhos


'Treestes'

Árvores secas, tristes e já sem vida sempre me fascinaram; talvez por me identificar de certa forma. Reavaliando alguns conceitos existenciais vi-me uma árvore cujas folhas caíram. Pensei, (re)pensei, de amizades à zombarias, cheguei, tardiamente, à mesma conclusão de sempre: "Como sou imbecil!", "Oh, por que fiz isso?"... Bem, cansei... Antes eu 'morreria' e voltaria sem o que me doía, agora apenas deixei ao sabor do vento, passei a amar as pessoas certas e dar a devida importância ao realmente necessário e, porque não, sério. Ah, sim: eu! Hahahaha... Adeus pessoas e amizades frívolas!

Mas é estranho para mim: eu abrir mão de amigos; mas quando se chega à conclusão de que amigos são amigos independendo da passagem dos anos, é coisa de dimensão à parte, acontece... Logo se seu 'amigo' nunca o tratou 'como pessoa', a amizade inexiste. E me encarar durante esse processo, claro, foi difícil...

Então o vento veio... Afagou meu rosto e está levando o que (me) pesava embora. Bom vento. O Vento.